Covid-19


Coronavírus em SC: Matriz de Risco Potencial aponta a maioria das regiões em nível moderado

Por: Francieli Corrêa 10/04/2022 às 12:11 Atualizado: 17/04/2022 às 20:17

A matriz de risco potencial regionalizado divulgada nesta semana, pela Secretaria de Estado da Saúde de SC, aponta duas regiões de saúde no nível Alto (amarelo): Foz do Rio Itajaí e Planalto Norte; e 15 regiões de saúde classificadas no nível Moderado (azul): Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Itajaí, Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul Catarinense, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio Oeste, Nordeste, Oeste, Serra Catarinense, Vale do Itapocu e Xanxerê.

Com o encerramento do decreto de emergência no Estado, a matriz está passando por uma transição. Neste sentido, como anunciado anteriormente, será incorporada uma nova matriz de alerta epidemiológico. A modificação ocorrerá nos próximos dias.

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Em um comparativo com o boletim divulgado na semana anterior, no qual todas as regiões haviam sido classificadas no nível Moderado (azul), houveram mudanças nos indicadores das regiões Foz do Rio Itajaí e Planalto Norte, especificamente na dimensão Transmissibilidade, que indicaram uma leve piora na curva de crescimento de casos. Com isso, o número de reprodução efetivo (Rt), que mensura o potencial de propagação de um vírus dentro de determinadas condições para essas duas regiões, foi superior a 1, demonstrando que cada paciente transmite a doença a pelo menos mais uma pessoa, e o vírus se dissemina.

Como essas duas regiões ainda apresentam a dimensão Proteção Específica classificada no nível Alto, apresentando coberturas vacinais abaixo de 80%, e a dimensão gravidade também no nível Alto, apresentando altas taxas de hospitalização e mortalidade por SRAG COVID-19, essas duas regiões acabaram sendo classificadas no nível de risco Alto (amarelo) para COVID-19 nesta semana.

A recomendação para os gestores dessas regiões é intensificar esforços para ampliar a cobertura vacinal do esquema primário (duas doses) da população em geral, além da dose de reforço para os idosos a partir dos 60 anos de idade, de forma a reduzir a gravidade e a disseminação dos casos.


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