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Jornalista de Xanxerê publica artigo em jornal da Capital

Guilherme Rosa, da Rede Princesa, assina texto sobre política e economia em veículo de circulação estadual
30/01/2026 às 09:40 Atualizado: 05/02/2026 às 19:49

O jornalista Guilherme Rosa, que atua como Gerente de Mídias da Rede Princesa e apresenta o programa Rádio Café na 101 FM, em Xanxerê, ganhou espaço na imprensa da capital catarinense nesta semana. Ele teve um artigo de opinião publicado pelo Jornal ND, de Florianópolis, onde analisa o cenário político de Santa Catarina e a movimentação de lideranças estaduais no exterior.

Rosa, figura conhecida na comunicação do Grande Oeste, levou para o jornal da capital uma leitura sobre o momento de indefinição dos partidos locais. O texto foca na figura de Gelson Merisio e sua recente agenda em Nova York, contrastando a velocidade das decisões no mercado financeiro com o ritmo das articulações partidárias no estado.

A publicação marca um momento de integração entre o jornalismo do interior e os grandes veículos do litoral. No artigo, o comunicador discute como a presença em eventos globais, como o lançamento de empresas na Nasdaq, reflete na força política de quem busca espaço nas eleições estaduais.


Confira o artigo na íntegra:

Opinião: Merisio na Nasdaq enquanto fortalece candidatura  em  Santa  Catarina

Em meio às indefinições dos partidos catarinenses sobre a sucessão estadual, Gelson Merisio participa do lançamento do PicPay na Nasdaq, em Nova York, evidenciando articulação, trânsito e presença em um ambiente onde política e economia operam em outra escala
Enquanto Santa Catarina ainda patina nas indefinições sobre quem será, de fato, candidato ao Governo do Estado, o cenário político segue marcado por reuniões inconclusivas, discursos cautelosos e partidos que preferem esperar o vento soprar antes de tomar posição. Nesse ambiente de hesitação, alguns movimentos acabam se destacando justamente por romper a bolha local.
Nesta semana, Gelson Merisio esteve em Nova York participando do evento de lançamento do PicPay na bolsa Nasdaq, ao lado de Joesley e Wesley Batista, controladores da JBS. Não é agenda simbólica nem turismo político. É presença em um ambiente onde poder, capital e decisão caminham juntos — algo que contrasta com o compasso lento de boa parte do tabuleiro catarinense.
Enquanto partidos ainda discutem se terão candidato próprio, se apoiarão alguém ou se ficarão à margem do jogo, Merisio amplia o campo de atuação. Mostra trânsito fora do Estado, conexão com grupos econômicos de peso e capacidade de dialogar em escalas que vão além da lógica paroquial da política regional. Isso não nasce do acaso, nem se constrói em ano eleitoral.
É claro que uma viagem internacional não define eleição, nem resolve o quebra-cabeça de alianças em Santa Catarina. Mas sinaliza algo relevante: há quem se mova enquanto outros aguardam. Em política, tempo também é ativo — e quem apenas espera costuma chegar atrasado.
Merisio tem uma trajetória conhecida na vida pública, com protagonismo, embates e decisões que marcaram seu caminho. Ao mesmo tempo, construiu nos últimos anos uma atuação consistente no setor privado, mantendo-se relevante, conectado e longe da zona de conforto que costuma engolir ex-líderes políticos quando saem de cena.
No fim das contas, enquanto muitos ainda tentam se posicionar entre direita, esquerda ou um centro que nunca se define, alguns preferem ocupar espaço onde rótulo pouco importa. Porque, fora do discurso, o poder raramente pergunta em qual espectro alguém se encaixa — a pergunta real é quem tem articulação, acesso e capacidade de sentar à mesa quando as decisões são tomadas.
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