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Ter, 17/01/12 às 13:33 - Visualizações: 168

Barbieri participa de discussões sobre foco de febre aftosa no Paraguai

Barbieri participa de discussões sobre foco de febre aftosa no Paraguai
No ano passado, na região de Xanxerê, a fiscalização foi intensa

Nesta quarta-feira (18), o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, participam de reunião na Secretaria da Agricultura do Paraná para definir medidas que evitem a introdução do vírus da febre aftosa no Estado, em função do novo foco da doença notificada pelo Paraguai no último dia dois deste mês.

O vírus foi identificado em bovinos numa propriedade na localidade de Aguaray Amistad, no departamento San Pedro, a cerca de 30 quilômetros do foco notificado em setembro de 2011.

Segundo Airton Spies, as ações da defesa sanitária animal em Santa Catarina desenvolvidas pelo Governo, por meio da Cidasc, e Ministério da Agricultura, em parceria com agroindústrias e produtores, são muito eficazes no controle de doenças que resultaram na condição de excelência sanitária em rebanhos.

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina foi registrado em 1993. No Brasil, o último foco teve início no final de 2005 no Mato Grosso do Sul e se estendeu até o Paraná. Isso acarretou grandes prejuízos para Santa Catarina, em função das restrições impostas pelos países importadores de carne suína.

Em 2007, Santa Catarina obteve a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Estado livre de febre aftosa sem vacinação. De acordo com o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, Santa Catarina é o único Estado do Brasil a conquistar esse status, por isso estão sendo tomadas todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento.

Entenda a doença
A febre aftosa é uma doença viral que atinge bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos, e se caracteriza por febre alta, salivação acentuada e formação de vesículas (aftas) na língua, na boca e nos cascos. Não tem tratamento curativo, mas pode ser prevenida por meio da vacinação.

A aftosa causa prejuízos não somente pela mortalidade, mas também pela perda de peso dos animais e pelo aborto nas fêmeas prenhas. O vírus pode ser transmitido pelo contado direto entre os animais e indireto por meio de superfícies contaminadas pelo vírus. Não há risco de contaminação humana. (Assessoria de Imprensa)


Postado por: Leticia Faria
Fotos: Arquivo

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